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Chove lá fora. Chove cada vez mais aqui dentro, onde a água não transpassa as janelas da minha alma. A lágrima não rola por minha face e sem conseguir dar vazão, me inunda internamente, quase me fazendo afogar. Procuro o ar para respirar nessas águas escuras. Minhas mãos procuram outras às quais me agarrar – ou seriam as suas? |
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